A Pedra do Ingá (interior da Paraíba) foi o primeiro monumento arqueológico tombado como patrimônio nacional 1944; na realidade é um sítio arqueológico rochoso com dezenas de inscrições, onde pela qual não se conhece qual à sua origem e está localizado no município de Ingá, distante cerca de 100 km de João Pessoa - na beira do rio Ingá de Bacamarte. Os arqueólogos classificam à Pedra do Ingá como "Itaquatiara"- que em tupi significa "pedras pintadas", embora as inscrições estejam esculpidas em baixo relevo e não pintadas, onde no bloco rochoso principal , com 24 metros de comprimento e quase 4 metros de altura, podemos observar à maioria das inscrições que formam um fabuloso painel com dezenas de gravuras, provavelmente produzidas pelo uso de instrumentos de pedra que "guardariam" dados sobre o cotidiano e de acontecimentos marcantes do homem pré-histórico que ali viviam. Ao analisarmos com detalhes à Pedra do Ingá podemos constatar estranhas figuras que se assemelham a astros, a animais, a objetos desconhecidos e até algo que lembra um foguete, que forçam que a nossa imaginação, pois há quem diga que o tal foguete foi retratado para ir as estrelas, que também estão representadas na rocha, mas isso é apenas mera hipótese; alguns pesquisadores acreditam que essas inscrições tenham milhares de anos e alguns dizem ter sido feitas à mais de oito mil anos atrás. Todavia, por estar à beira de um curso d’água, é praticamente impossível obter uma datação precisa, pois essa água teria eliminado qualquer vestígio da presença humana; seriam necessária encontrarmos evidências, como por exemplo restos de fogueiras, ossadas ou "instrumentos" utilizado por "eles" - infelizmente qualquer data que se dê as inscrições não deixa de ser apenas um "chute". Da mesma forma que não temos dados precisos da idade em que esses desenhos foram realizados, também é muito difícil dar interpretações precisas das figuras apresentadas, e qualquer relação que se faça não passa do campo das suposições, dando margem às inúmeras especulações. Pesquisadores acreditam que as figuras estão relacionadas com “adoração das águas”, um recurso raro no nordeste também há milhares de anos, devido ao fato de haver inúmeros desenhos que lembram "linhas onduladas" parecidas com o movimento das águas da superfície de um rio. Um pouco mais adiante da cidade de Ingá, na direção de Lagoa Grande, coletamos alguns relatos de observação de pequenos estranhos objetos luminosos que aparentemente saíram da parte de baixo de um objeto bem maior com à forma de um cone invertido, o mesmo foi relatado pelo sr. José Ribamar com um brilho esbranquiçado muito forte e sua parte inferior emitia uma forte luz amarela e por onde saíram os tais objetos menores e um deles teria supostamente tocado no solo; mais adiante me foi apresentado uma suposta área circular cujo o solo estava levemente queimado, seria fruto da presença da tal luz, obviamente, recolhemos amostras de terra do local para posterior pesquisa e não foi constatada alteração magnética no local.
Paulo Aníbal G. Mesquita
(estive na Paraíba/um lugar que vale à pena conhecer)
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